Mangal das Garças ganhará uma nova habitante: A arara-azul, Elza.


Foto: Reprodução

O Parque Zoobotânico Mangal das Garças terá uma nova integrante na lista de belezas exuberantes. Elza, uma arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), de 23 anos de idade, irá passar por um período de quarentena e adaptação, para que assim possa ser integrada ao parque no mês de março, quando poderá ser admirada de perto pelos visitantes.


O nome da arara é uma homenagem ao da cantora e compositora, Elza Soares, que faleceu em janeiro deste ano. Antes de ser transferida para o local, a arara vivia com uma família que a encontrou na mata, e de acordo com o biólogo do Mangal, Basílio Guerreiro, o espécime recebia alimentação inadequada. “É um animal que chegou acostumado a uma alimentação inadequada, então ela vai precisar passar por um processo de transição alimentar”, declarou ele.


Elza passará por um período de cuidados intensos, para que a saúde da ave seja monitorada de perto serão feitas baterias de exames, e o período de quarentena ajudará na reeducação alimentar e comportamental da espécie, além de fazer com que Elza se adapte à nova rotina.


Sobre a espécie: A arara-azul-grande é a maior dentre as espécies de araras, possuindo até 1m de comprimento, quando medida da ponta do bico a ponta da cauda. Ela também é a maior espécie dentre os membros da Família Psittacidae, que além das araras, inclui os papagaios, periquitos e maritacas.


A araras azuis alimenta-se em bando, havendo nesse grupo um indivíduo que fica atento a qualquer sinal de perigo, emitindo nesses casos, um grito, que faz com que as outras araras voem. Essas espécies costumam ser monogâmicas, e apesar de ter uma expectativa de vida de até 80 anos, a espécie já esteve entre os animais ameaçados de extinção, e atualmente se encontra na categoria “vulnerável”.

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