Miguel e Helena são os nomes mais escolhidos por pais brasileiros em 2021


Helena fica no topo do ranking pelo 3º ano consecutivo e Miguel completa uma década como preferido de mães e pais Imagem: iStock

Nem Enzo e nem Valentina. Os dois nomes mais escolhidos pelos pais para darem aos filhos que nasceram em 2021 foram Miguel e Helena. Essa é a segunda vez consecutiva que os dois aparecem no topo do ranking feito pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen).


Aliás, o nome Enzo, que esteve como primeiro lugar entre 2018 e 2019, abandonou a lista das 10 escolhas mais feitas. No entanto, Valentina ainda é o quinto nome mais registrado neste ano. O levantamento tem como base dados de 7.658 cartórios de registro civil do país. Em 2021, 2.491.272 bebês foram registrados.


Em geral, os papais e as mamães mostraram ter preferência por nomes curtos, outra tendência que vem de 2020. Os bebês do sexo feminino receberam, na maioria, os nomes de Helena (21.890), Alice (20.381), Laura (18.448) e Maria Alice (14.677).


Durante 2021, segundo dados dos cartórios, mais de 136 mil crianças foram registradas no estado.


Confira a distribuição:


10 nomes mais frequentes (geral)


• Miguel (2.031)

• Arthur (1.661)

• Helena (1.637)

• Alice (1.507)

• Laura (1.438)

• Davi (1.233)

• Heitor (1.231)

• Gabriel (1.099)

• Theo (1.093)

• Gael (1.087)


10 nomes masculinos mais frequentes


• Miguel (2.031)

• Arthur (1.661)

• Davi (1.233)

• Heitor (1.231)

• Gabriel (1.099)

• Theo (1.093)

• Gael (1.087)

• Samuel (1.040)

• Bernardo (949)

• Pedro (732)


10 nomes femininos mais frequentes


• Helena (1.637)

• Alice (1.507)

• Laura (1.438)

• Cecília (862)

• Heloísa (810)

• Lívia (800)

• Valentina (729)

• Maria Alice (726)

• Julia (724)

• Sophia (676)


Mudança de nome


Por lei, os nomes escolhidos pelos pais são regidos pela regra da imutabilidade, mas existem exceções onde a alteração é possível.


Segundo o Irpen, uma das possibilidades é solicitar a mudança em cartório entre os 18 e 19 anos. Não é necessária motivação específica e a mudança pode ser requisitada desde que não prejudique os sobrenomes de família.


Em caso de erro de grafia, também é possível a alteração.


Para pessoas transexuais, o Irpen lembra que a mudança do nome pode ser feita em cartório, sem a necessidade de prévia autorização judicial, apenas com a confirmação de vontade do indivíduo.

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