Olha o peixe barato! Consumidor Belenense pode comprar peixe mais acessível, aponta pesquisa



Segundo uma pesquisa divulgada na sexta-feira, 14, pelo Departamento Intersindical de Pesquisa e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese-Pa) em parceria com a Secretaria Municipal de Economia de Belém (Secon), o peixe que é vendido nas feiras da cidade estão mais baratos.


Isso quer dizer que ficou mais acessível ao bolso do belenense, e a pesquisa ainda constatou que essa queda no preço do pescado, se dá pela segunda vez consecutiva. Pois, nos primeiros meses do ano, o preço do pescado indicava um significativo aumento, e tendenciava que essa queda acontecesse, motivado por alguns fatores, fatores favoráveis à compra, como, por exemplo, a sazonalidade do produto. Além do mais, as quedas sequenciais são um avanço, principalmente porque o valor do peixe caiu em um dos momentos de maior procura, durante a Semana Santa.


A prefeitura de Belém em parceria com o governo do Estado do Pará, realizaram politicas de controle e abastecimento, para que se articulasse com as atacadistas, assim garantindo preços mais acessíveis ao peixe que é comercializado nas feiras da região belenense.


A pesquisa aponta que os peixes que ficaram mais baratos foram: Corvina, com recuo de -7,42%, seguida da Pescada Branca -6,31%, Tamuatá -4,64%, Bagre -4,17%, o Tucunaré teve baixa de -3,21%, Peixe Pedra e Arraia com -2,61%.


Trajetória – No acumulado do 1º quadrimestre de 2021 a maioria das espécies ainda apresentou alta de preço, com baixas apenas em algumas espécies, como o Pacu, com queda de -7,25%, e o Surubim com -5,70%. Já na análise dos últimos 12 meses, o pescado comercializado nas feiras e mercados municipais também apresentou alta e em percentuais bem acima da inflação, estimada para o mesmo período em torno de 7,00%. Ocorreram baixas apenas nos preços do Cachorro do Padre, com -11,39% e Surubim -1,91%

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