Operação Amazônia Viva combate o desmatamento e garimpo ilegal no Pará


Foto: Reprodução - Rede Brasil Atual

O Desmatamento ilegal no Pará tem mais de 270 mil hectares de terras que sofreram embargo pela operação ‘’Amazonia Viva’’. O tamanho da área equivale superior o dobro da cidade de Rio de Janeiro.


A operação que atua em combate ao desmatamento e ações ilegais como a de garimpeiros na Amazonia é coordenada pela secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).


A ação da operação dar-se com suporte de satélites, de modo que a ‘’Amazonia viva’’ emite alerta de locais com foco de desmatados. A área de acesso é embargada, não podendo ser usada para nenhuma atividade, pois passará por um processo de recuperação local.


A Operação Amazônia Viva começou a atuar em junho de 2020, coordenada pela (SESMA) que agrupa integrantes da polícia civil, Militar, corpo de bombeiro e até mesmo o centro de perícia cientifica Renato chaves.


A atuação da ação no Pará já reúne ao todo 229 acampamentos destruídos pela operação, além da interdição de 62 garimpos ilegais, 138 armas de fogo e 637 munições, e segundo a (Sesma) nas 18 fases da ação, foram apreendidas mais de 12 mil m³ de madeira que havia sido extraída ilegalmente, e mais de seis mil estacas ilegais de madeira.


Segundo estudos divulgados pelo Greenpeace no início do mês, aponta para vinte e nove áreas de garimpo ilegal no Pará nas terras do povo mundurucu, (Sai Cinza), localizados sudoeste do Pará. Além dos garimpos foi localizado maquina escavadeira em busca de ouro e desmatamento em áreas nativa da floresta.


Os invasores montaram acampamento nas terras indígenas, e também foi encontrado doze pistas de pousos clandestinas. Nos últimos anos o avanço da exploração nas terras dos povos indígenas foi devastador, e muitas estradas foram abertas, este ano contabilizam 625 km de vias ilegais existentes no território.


Os impactos ambientais decorrente de garimpos ilegais e desmatamento prejudicam diretamente os povos que habitam nas localidades. O solo e a vegetação natural são prejudicados, os córregos, pois segundo Greenpeace a mineração clandestina tem gerados impactos em 630 km de água. Água contaminada se ingerida poderá levar uma pessoa a morte.

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