Polícia acha corpo de responsável por câmeras do clube onde petista morreu



Foto: Redes sociais

O vigilante Claudinei Coco Esquarcini, de 44 anos, um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu, que seria um dos responsáveis pelo fornecimento de senhas que dão acesso às imagens de onde aconteceu o assassinato do petista Marcelo Arruda em 9 de junho, morreu nesse domingo (17), em Medianeira, no Oeste do Paraná.


Claudinei seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras de segurança na Aresf e teria permitido o policial penal federal Jorge José Guaranho, acusado de ser o autor do assassinato do petista, ver as imagens da festa de aniversário da vítima que tinha como tema uma celebração ao Partido dos Trabalhadores.


Guaranho estava em um churrasco em outro clube quando assistiu às cenas da festa de Arruda.


José Augusto Fabri, que também é vigilante da Associação, disse em depoimento à Polícia Civil do Paraná que a permissão para ver as câmeras não era um procedimento comum e afirmou que Claudinei era responsável por permitir acesso às imagens das câmeras de monitoramento do clube onde Arruda foi morto.


A defesa da Arruda esclareceu que o vigilante poderia ter repassado imagens da celebração ao policial penal federal, que posteriormente viria a cometer o assassinato. Claudinei conhecia o policial Guaranho, ex-diretor da Aresf e acusado de ser o autor do assassinato de Marcelo Arruda.

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