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Protesto: Moradores do quilombo do Abacatal protestam em frente à Prefeitura de Ananindeua


A rodovia BR-316, em direção a Belém, foi interditada por alguns momentos.

A manhã desta sexta-feira (5), começou agita no município de Ananindeua, da Grande Belém, moradores da comunidade do Quilombo do Abacatal fizeram um protesto em frente a Prefeitura na BR-316. O trânsito ficou complicado naquele perímetro.


Os moradores reclamam e pedem que as aulas sejam retomadas na Escola Municipal Gregório Rosa Filho, que fica dentro da comunidade. O problema seria a falta de professores. Segundo os moradores, os professores estão com dois meses de salário atrasado.


Também outras pautas estavam em debate, além da falta de aula, os moradores pediram mais um motorista para o ônibus escolar, pois só uma motorista não supri a demanda dos horários. Também cobraram a pavimentação da estrada, que dar acesso ao Quilombo.



A Polícia Militar, foi até o local, tentar um acordo, para que a população saísse da pista, para que o trânsito fosse liberado na rodovia. Segundo eles, é necessário uma explicação da Prefeitura, e a presença do secretário de Educação da cidade, no local, para justificar e dar um prazo mínimo para a solução do enorme problema, que tem afetado de forma contundente a comunidade.


Um breve histórico - Desde o Século XVII, três séculos de luta e resistência contra os ataques ao seu território. A comunidade do Abacatal é herança de TRÊS MARIAS – FILHAS DO CONDE QUE MANDOU OS ESCRAVOS DA ÉPOCA CONSTRUIR O CAMINHO DAS PEDRAS - com pouco mais de 500 hectares, localizada no município de Ananindeua, conta com pouco mais de 500 habitantes.

Apenas em 1999 a comunidade teve suas terras regularizadas pelo Instituto de Terras do Pará (Iterpa).



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