Raízes, a sua história do futebol: torcedor do Paysandu conta como começou sua “payxão”!


Todo fanático por futebol tem boas histórias para contar, podem ser de vitorias, de derrotas ou até mesmo de loucuras para ver seu amado clube jogar. E foi pensando nessas histórias que o Belém Noticias lançou “Raízes, a sua história do futebol!” que contará boas histórias de torcedores paraenses que são apaixonados por futebol.

O Raízes 01 começa com a história de um apaixonado torcedor do Paysandu, Newton Serrão De Oliveira Neto, tem 18 anos, mora no bairro da Condor, em Belém.


“O Paysandu representa pra mim, um amor inexplicável, é mais que um time. O Paysandu faz parte do meu dia a dia.", diz Newton Neto.



Newton Serrão De Oliveira Neto, tem 18 anos.



De onde vem a paixão:

Nem sempre há uma explicação sobre o porquê de torcemos para um time, às vezes vem de berço ou em outras ocasiões é uma paixão à primeira vista, você vê o clube jogando, o coração dispara e quando menos percebe, já o ama. Com o Newton a paixão pelo Paysandu veio de berço, passada de geração a geração. “O Paysandu está na minha família desde o meu bisavô, o amor por esse clube começou por ele. Eu nunca o conheci, só por fotos, pelo o que meu avô me contava e conta até hoje, são diversas histórias que me fazem viajar no tempo. Em uma das histórias, ele me contou que meu bisavô antes de morrer, foi em um jogo do Paysandu e ganhou uma camisa do Cacaio, camisa que o meu avô guarda até hoje. Ouvindo tudo de grandioso que o Paysandu fez, eu não poderia deixar de ser bicolor”, diz, Newton.

Te sigo aonde vais:

O amor, por si só, já é uma loucura, como dizem alguns. E quando envolve futebol, é aí que entra a loucura mesmo. Já teve torcedor que vendeu o carro para assistir seu time do coração. Agora imagina você, com 11 anos de idade, sair de casa, na esperança de assistir a um jogo do seu time e ter que pedir a desconhecidos para que o ajudem a entrar no estádio. Com o Neto isso aconteceu. “Eu tinha 11 anos, o meu pai viajou um dia antes do último jogo do Paysandu na temporada, e eu queria muito ir no jogo. Eu disse pra mamãe que ia jogar vídeo game na casa de um amigo da escola e fui pro jogo, chegando lá eu precisava de alguém pra entrar comigo, eu havia levado minha identidade e fiquei pedindo pra alguém entrar comigo, só queria dentro do estádio, lá eu me virava. Então, quando estava quase para começa, uma mulher me ajudou, foi um grande dia.", conta o torcedor.

Resultado: O futebol desperta um amor diferente, como dizia Djavan: “um amor puro, não sabe a força que tem”. Realmente, não sabemos. Mesmo com a pandemia, nada mudou, saudade ainda é grande e não há como mensurar tal importância desse esporte. Newton, conclui dizendo o que o time Bicolor representa para ele. “O Paysandu representa pra mim, um amor inexplicável, é mais que um time. O Paysandu faz parte do meu dia a dia, a primeira coisa quando eu acordo é querer saber as notícias do clube, acompanho o site oficial todos os dias, o Paysandu é o meu maior vício, um dia espero fazer parte do clube em algum setor, para fazer um Paysandu muito maior do que já é para as gerações futuras.”


Apaixonado torcedor do Paysandu, associe-se!


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