Sem medo do coronavírus: por que as pessoas se aglomeram durante a pandemia?


Foto: reprodução G1 Pará

Lugares em Belém e em outras cidades do Estado do Pará, tem realizado festas com aglomerações e pessoas sem máscaras, esquecendo que a pandemia ainda existe, mesmo com os relaxamentos nas restrições, isso não é um indicativo de que tudo já pode ser como era antes da pandemia.


O fato do bandeiramento no Estado do Pará está em amarelo, o número casos e mortes pela covid-19 diminuiu, e a vacinação e já seja uma realidade, parece ter encorajado mais pessoas a saírem de casa e promoverem aglomerações. Mas esse momento da pandemia permite esse tipo de comportamento?


Foto: reprodução G1 Pará

Com mais de 500 mil mortos na pandemia de covid-19 no Brasil, e em meio a um repique do contágio, o Estado do Pará está vivendo um ano marcado por eventos com aglomerações de centenas de pessoas, na contramão das recomendações de autoridades sanitárias e, algumas vezes, da lei local.


Só em Belém já são 4.895 mil óbitos acumulados desde o inicio da pandemia do coronavírus. Muitos especialistas afirmam que esse tipo de comportamento das pessoas é muito preocupante, porque a pandemia não acabou, muito pelo contrário, o vírus segue ativo e circulando entre todos, e a vacina que embora já seja uma realidade, ainda não chegou a todos os públicos.


Segundo o Decreto do Estado do Pará, sobre o bandeiramento, ainda estão proibidos shows e festas abertas ao público, e mesmo, nenhum local pode reunir mais de 200 pessoas, boates e casas noturnas fechadas, e bares só podem funcionar até 1h da manhã. E, o uso de máscara fora de casa é obrigatório.

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